Arielle Duhaime-Ross usa rastreadores de atividade para gerenciar crises provocadas por long covid, POTS e mast cell activation syndrome, e com isso raramente passa o dia inteiro na cama.
Em 2023, após percorrer um pouco mais de 40 milhas de bicicleta, ela sofreu uma queda brusca de energia que a deixou praticamente imóvel até a noite seguinte. Desde então, ela passou a calibrar esforço e descanso com os dados dos dispositivos.
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Ela usa bandas como Whoop e Visible para monitorar sinais e ajustar atividades no dia a dia; os aplicativos mostram leituras que ajudam no planejamento das tarefas e na prevenção de novos colapsos. Os dispositivos permitem dosar atividades em vez de incentivar apenas mais exercício.
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A experiência descrita pela jornalista mostra como rastreadores de consumo podem ser usados de forma prática para melhorar a qualidade de vida de pessoas com doenças crônicas, ao transformar dados em limites acionáveis.
Fontes: The Verge