The AI Doc: Or How I Became an Apocaloptimist, dirigido por Daniel Roher, examina a ansiedade em torno da inteligência artificial e adota um ponto de vista que o diretor chama de “apocaloptimist” (apocaloptimista).
O filme reúne entrevistas com figuras como Karen Hao, Emily M. Bender, Dario Amodei, Sam Altman e Tristan Harris e tenta explicar o estado atual da IA para um público amplo — usuários ocasionais de ChatGPT ou Gemini que não acompanham as controvérsias técnicas. Chega aos cinemas neste fim de semana.
Roher divide a narrativa entre os crentes na promessa de uma IA transformadora e os críticos que alertam para riscos, e defende que a trajetória da tecnologia ainda pode ser moldada pelo debate público. O documentário também destaca exemplos recentes de resistência a implementações de IA, como a reação negativa ao NVIDIA’s DLSS 5 AI upscaling, a decisão da Microsoft de recuar em recursos Copilot no Windows 11 e o encerramento do app de geração de vídeo Sora pela OpenAI.
Em uma passagem, Tristan Harris afirma que alguns avaliadores de risco acreditam que seus filhos “não vão ver o ensino médio”, frase que ilustra a ansiedade que permeia o filme.

Fontes: Engadget