Horizon 2074: série da Netflix terá diretores de The Boys e Jogos Mortais 2

Horizon 2074: série da Netflix terá diretores de The Boys e Jogos Mortais 2

Horizon é a 5ª franquia da Sony a virar série ou filme

Depois da informação circulada de que a Netflix irá adaptar a série de jogos Horizon da Guerrilla Games, agora novas informações sobre o projeto chegaram nesta terça-feira (28).

Horizon 2074, nome dado a produção original recebeu nomes importantes para a direção do projeto. A informação tem como fonte o documento Director Guild of Canada (DGC) encontrado pelo jornalista Jeff Grub e mostra que nomes que já trabalharam com The Boys, Jogos Mortais 2 e até a série da Prime Video, The Expanse, foram contratados para encabeçarem o projeto.

Horizon já é a quinta franquia da Sony a ganhar uma adaptação de série ou filme, incluindo The Last of Us que terá uma série produzida pela HBO Max. Além do game, plataformas de streaming estão de olho em outros títulos exclusivos da PlayStation para trazer à adaptação como God of War e Gran Turismo.

A produção mostrará o mundo após os acontecimentos que dão início a história do jogo e a história da personagem principal, Aloy, em duas linhas do tempo separadas.

Embora até agora apenas nomes da direção de arte e assistência foram confirmados, fãs já estão imaginando as atrizes Sadie Sink (Stranger Things, Rua do Medo 1978) e Rose Leslie (Game of Thrones) para viverem versões diferentes da heroína no live action.

Horizon Zero Dawn e Horizon Forbidden West retratam um cenário pós-apocalíptico onde o mundo foi dominado por máquinas em formatos de animais ferozes que precisam ser combatidas por caçadores. A protagonista, Aloy, tenta sobreviver aos ataques das criaturas através de um dispositivo que a ajuda a localizar os pontos fracos dos monstros-robóticos.

Essa não é a primeira série de videogames que a Netflix adapta para uma série – The Witcher foi lançada em 2019 e atualmente conta com 2 temporadas.

Matheus Martins

Escritor, 25 anos, apaixonado por literatura e Stephen King. Teve um exemplar jogado na própria cabeça como incentivo e hoje afunda a cabeça em cubículos do Call Center. À noite, as máquinas ligam e ele dá vida às palavras e histórias que alugam um triplex na sua cabeça.