O texto abaixo contém spoilers de ‘Pânico VI’
Em uma entrevista ao Den of Geek, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett explicaram a razão por trás do final “inesperadamente feliz” de Pânico VI.
No terceiro ato do filme, alguns personagens importantes aparentam morrer, mas o desfecho revela que eles ainda estão vivos. Segundo os diretores, havia o desejo de criar um filme intenso, mas também que proporcionasse uma sensação de bem-estar.
Para alcançar esse equilíbrio, buscaram uma situação em que parecesse que todos os personagens poderiam morrer, mas no final, ainda estariam vivos. Para eles, esse equilíbrio é divertido e remete ao primeiro filme da franquia, em que todos os personagens principais sobrevivem.
Os diretores ainda abordam a importância de tratar com sensibilidade os momentos de morte de personagens, sem ignorar as consequências e emoções envolvidas. Para o caso da morte do personagem Dewey, por exemplo, há um tempo de luto adequado antes de voltar ao tom divertido do filme. A intenção dos diretores era que Pânico VI fosse um filme rápido, sem diminuir a velocidade para lidar com momentos mais sombrios.

Grande parte do público não gostou de alguns dos sobreviventes do último filme também. Alguns argumentam que ter Chad, Mindy, Tara, Sam ou até mesmo as retornadas Gale Weathers e Kirby Reed como personagens mortos teria impactado o filme em um grau bem melhor. No entanto, o “Quarteto-Top” sai ileso no final, como parte de ressignificar o “trio-top” dos quatro primeiros filmes da franquia.
Pânico 7 deve começar suas gravações ainda esse ano. A dupla Bettinelli-Olpin e Gillett esperam que o sétimo filme aconteça, mesmo sem o seu envolvimento.